Hoje na faculdade assisti à algumas palestras sobre áreas de atuação da Psicologia.
Fiquei tremendamente abalada ao ver um vídeo de pacientes com câncer em estado terminal.
É estranho mais descobri que ao invés de incentivar uma pessoa que encontra-se nesse estado que possa haver alguma melhora em seu quadro clínico, o meu papel como Psicóloga, não será esse. O meu trabalho será fazer com que essa pessoa aproveite o máximo e com grande intensidade o tempo que ainda lhe resta, sem ficar pensando excessivamente na tão temível morte!. Terei como responsabilidade também ajudá-lo no que for preciso quanto a questões que lhe tragam estresses e principalmente apoiar a família desse paciente (pelo menos espero conseguir e ter estrutura para cumprir essa parte), que sofre junto durante todo o processo de tratamento, afinal ambos têm suas atividades cotidianas alteradas, além disso, a família precisa ter o mínimo de estabilidade para servir de "base" para seu membro à beira da morte.
Hoje percebi o quanto de "sangue frio", terei de ter. Estou apenas no 1º período e já estou vendo o quanto de coisas terei que passar por cima para alcançar meu objetivo. Espero definitivamente alcança-lo e poder assim ajudar ao próximo o máximo que eu poder...

1 comentários:
Realmente é uma situação bem difícil. Ainda mais quando imaginamos quantos sonhos e expectativas aquela pessoa tinha e agora qual perspectiva ela tem se o futuro para ela é tão obscuro?
Tem que ser forte e tentar passar essa força. Acho que não daria para ser psicólogo simplesmente porque eu iria me envolver tanto que não conseguiria passar a força necessária.
Mas é dessa forma. Tenho certeza que você conseguirá ultrapassar todas as barreiras.
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